Fuja da depressão com o Artesanato

Olá meninas e meninos! 
Hoje trago mais um artigo que li na internet e que nos mostra como o artesanato faz bem ao nosso coração e pode ser um sopro de vida e renascimento para quem está sofrendo o mal da depressão. 
O trabalho manual afasta as tristezas, o isolamento, a depressão e resgata a alegria, o convívio com o outro, a autoestima. Além de todos os benefícios, ainda podemos gerar renda e melhorar a condição financeira, um motivo a mais para começar a se dedicar a alguma arte que toque seu coração! 
Bordar, tricotar, crochetar, costurar, pintar e por aí vai... escolha a sua arte e seja mais feliz :) 


Mulheres de comunidade rural falam do artesanato
como meio de fugir da depressão

Luiz Ribeiro- Em vez de tristeza e desencanto nos dias de uma das regiões mais quentes e carentes do estado, as donas de casa encontram alegria e perspectiva de futuro em trabalhos que exigem criatividade e dedicação

Matias Cardoso – Mulheres da comunidade da Praia, na zona rural de Matias Cardoso, Norte de Minas, viviam ociosas na maior parte do tempo, sem perspectiva de melhoria diante das carências do lugar, reforçadas pelos efeitos da seca. O sentimento de tristeza e desânimo foi substituído pela alegria. Elas ganharam novo sentido na vida com o resgate da autoestima e opção de renda. A transformação na pequena localidade às margens do Rio São Francisco, a 680 quilômetros de BH, foi proporcionada pelo incentivo à produção de artesanato e outros trabalhos desenvolvidos no Projeto ArtVida, criado pela dona de casa Selma Evangelista Pereira de Souza, de 42 anos.

As atividades foram iniciadas há 10 anos. Selma, nas visitas às famílias do lugarejo como líder da Pastoral da Criança, percebeu a tristeza das mulheres, principalmente as mais idosas. “Algumas estavam em processo de depressão.” Ela pensou em criar algo que proporcionasse vida melhor às moradoras da comunidade. Como sabia fazer artesanato, decidiu ensinar o ofício às conterrâneas.

As aulas começaram com apoio da pastoral, que incentiva pequenos projetos de geração de renda. Aos poucos, o número de mulheres envolvidas nas atividades foi crescendo. Hoje, a Associação das Mulheres Artesãs da Praia, responsável pela gestão do projeto, tem 24 participantes. Das mãos delas saem bonecas de pano, peças de decoração, bordados e tapetes de retalhos feitos de material reciclável. Além da comercialização na comunidade, a quatro quilômetros da área urbana e à beira da MG-401 (Matias Cardoso- Manga), a produção é levada a feiras de artesanato e exposições em cidades da região.

A renda é dividida igualmente entre as artesãs.“Era um sonho oferecer alternativa de geração de renda e melhorar as nossas condições. Sinto-me realizada pelo fato de as mulheres terem percebido que a mudança é possível”, afirma Selma, mãe de dois filhos. Ela tem o apoio do marido, o produtor rural Valdemir de Jesus Souza. Outro colaborador é o administrador Reginaldo Ribeiro. Ele doa grande parte do material reciclável usado no artesanato. “Esse projeto faz parte da minha vida”, diz Reginaldo.

Selma começou a ensinar artesanato na própria casa. Há cinco anos, oficializada a criação do Projeto ArtVida, conseguiu a construção da sede própria da associação, erguida em terreno doado pela mãe dela, Maria Evangelista da Conceição. A obra foi viabilizada com recursos de R$ 64 mil do Programa de Combate à Pobreza Rural (PCPR), do governo estadual. A sede serve ainda para outras atividades voltadas para o atendimento a moradores, como campanhas de vacinação.

Filhos e netos das participantes do projeto também são beneficiados em outra iniciativa de Selma. Ela criou o projeto Panelinha do Saber, que incentiva a leitura entre crianças. Foi montada uma pequena biblioteca com obras da literatura infantil. “Estamos abertos a doações de livros”, afirma a voluntária. Além de atender 21 crianças na faixa de 8 a 15 anos, ela leva a Panelinha às comunidades vizinhas. Hoje, a Associação das Mulheres Artesãs da Praia é presidida por Marluce Evangelista Pereira, de 38, irmã de Selma. “Procuramos fazer um trabalho sustentável, com a participação das mulheres e o envolvimento dos familiares. É gratificante contribuir com a melhoria de vida das pessoas”, diz Marluce.

HISTÓRIAS DE VIDA As mulheres atendidas pelo Projeto ArtVida carregam histórias de luta e dizem que encontraram um novo sentido. Adelice Pereira Sena, de 48 anos, relata que passou por problemas emocionais depois que uma pessoa da família foi vítima de um crime bárbaro. Ela entrou em depressão. A vida dela mudou quando começou a fazer artesanato. “O mais importante não é a renda, mas o fato de me sentir útil.” A aposentada Catarina Sena da Mata, de 69, mãe de Adelice, aprendeu a fazer bordado e se mostra envaidecida. “Nos sentimos em família.” Ela tem nove filhos, 34 netos e 11 bisnetos.

A também aposentada Helena Lima dos Santos, de 78, é outra que enaltece o projeto: “Vivia doente e com depressão. Foi Deus quem mandou esse projeto para a gente.” Ela conta que aprendeu a bordar e, além de frequentar a sede do projeto –, leva retalhos para confeccionar tapetes em casa. Marina Nunes dos Santos, de 50, faz bordados e bonecas de pano, um dos produtos mais conhecidos do ArtVida: “Eu não sabia fazer artesanato. Aí, a Selma me convidou para participar do projeto. Ela tem paciência e trata a gente com carinho e amor.”


Fonte: 
http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2013/09/14/interna_gerais,448921/mulheres-de-comunidade-rural-falam-do-artesanato-como-meio-de-fugir-da-depressao.shtml

Conheça o Vovô dos Bordados em Ponto Cruz

Olá meninas e meninos!
Para quem acha que não é capaz de aprender algum tipo de artesanato, que já é tarde demais ou que tem uma certa preguicinha, veja como você está errado(a), pois o artesanato faz bem para todas as idades, uma verdadeira terapia para o coração. Conheça o Vovô dos Bordados em Ponto Cruz!
Hoje li esta linda reportagem, o vovô de 90 anos é Nilson da Silva Pinto, mecânico aposentado que borda o ponto cruz em colchas, toalhas e outros acessórios decorativos. O material é fornecido pelo Centro Espírita Semente da Caridade que ele frequenta. Depois de prontas, colchas, toalhas e tudo mais são novamente encaminhados ao Centro, onde é feito regularmente um bazar. A arrecadação dos donativos mantém projetos como o Vida Melhor, que mantém crianças, adolescentes e adultos longe das ruas, ensinando artesanato. Seu Nilson explicou que aprendeu bordar na escola regular, na Antonio Padilha, onde na época o bordado era disciplina e todos tinham de aprender.
Leia abaixo o artigo na íntegra:

Aos 90 anos, mecânico aposentado é voluntário e faz bordados


Nilson da Silva Pinto tem a pele clara enrugada e os poucos cabelos que lhe restam são branquinhos, branquinhos. O corpo é franzino, as mãos tremem um pouquinho e a voz já é rouca. São sinais da velhice. Afinal, lá se vão exatos 90 anos. Mas apesar disso, "as vistas", assim como a memória, estão melhores do que nunca. São reflexos de uma vida guiada pelo trabalho, amor à família e doações ao próximo. Sim, seu Nilson tem sua religiosidade. E por isso, desde criança, se manteve à luz da doação. "O que mantém o coração aberto", explica.

Por conta disso, quem o vê, não imagina. Com as mãos calejadas - devido ao uso das ferramentas para o conserto de carros, ao longo de mais de 30 anos -, ele delicadamente manuseia agulhas e linhas para o bordado do ponto cruz em colchas, toalhas e outros acessórios decorativos. E é ali na sala, em meio as cores e estampas, que ele passa horas. "Se deixar, o dia inteiro", denuncia a única filha, Regina Célia Arêas Pinto, de 65 anos, professora, também aposentada. O material é fornecido pelo Centro Espírita Semente da Caridade, que eles frequentam. Às vezes, fruto de doações.


E depois de prontas, colchas, toalhas e tudo mais, são novamente encaminhados ao Centro, onde é feito regularmente um bazar. A arrecadação dos donativos mantém projetos como o Vida Melhor, que é desenvolvido no jardim Aeroporto e mantém crianças, adolescentes e adultos longe das ruas, ensinando artesanato. E a "corrente do bem", explica seu Nilson, começa no coração. "Meus pais frequentavam o Centro quando eu era pequeno. Na escola regular, na Antonio Padilha, onde estudei, bordado era disciplina e todos tinham de aprender", recorda.


Mas a vida do aposentado não foi assim tão simples. Ele se casou com dona Diva Pinto, falecida há alguns anos, e teve a filha Regina. Mecânico por formação e vocação, sustentou a família ao som do martelo. Enquanto isso, a esposa e a filha prosseguiram com o voluntariado e as caridades. "Eu havia esquecido como bordar, até que me casei. Diva sempre gostou de trabalhos manuais e fazia-os com certa frequência", lembra-se. E justamente por vê-la fazê-los e doar-se, seu Nilson optou, há umas seis décadas, a copiá-la. "Depois do trabalho ficávamos os dois, volta e meia, bordando", conta rindo.


Os trabalhos fizeram sucesso e seu Nilson ganhou fama entre os espíritas. "Não há quem não comente os bordados do papai. Sempre que há bazares, há que procure as peças dele", orgulha-se a filha que acrescenta: "São trabalhos minuciosos, alguns levam três meses para ficarem prontos", ressalta ela que, agora se reveza com o pai nos trabalhos manuais. "Não tive filhos, mas trabalhei a vida toda com crianças e adolescentes, o que me preencheu. Agora, ensino jovens e mulheres a pintar telas", conta. 


Por conta disso tudo seu Nilson não faz encomendas particulares e só trabalha em casa. "Eu gosto da paz, de me entreter com o silêncio das linhas", explica ele, que não vê problema em admitir que um mecânico também pode fazer coisas delicadas. Tanto é que mais recentemente o aposentado começou a fazer o ponto cruz em telas de tapeçaria. "Ele é curioso", explica Regina. Já seu Nilson garante: "Trata-se de terapia". Tudo começou quando ele viu uma vizinha fazendo a tela. Então, resolveu aprender também. "E fui logo fazer uma onça", fala rindo. 


É que a dificuldade de bordar o animal acabou por fazê-lo excelência no assunto. Daí, não parou mais. "Mas as telas eu faço por distração, para mudar um pouco", diz referindo-se aos trabalhos com as toalhas. "Doar tempo e conhecimento não faz bem somente a quem recebe, faz melhor a quem doa", explica a filha, que como aprendeu com os pais, também ensina o que sabe aos atendidos do projeto Vida Melhor. "Sempre trabalhei com crianças e adolescentes. Agora, aposentada, os ensino a pintar em tela", conta. "Ela aprendeu o sentido da vida", ensina seu Nilson.
Notícia publicada na edição de 20/09/13 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 1 do caderno Ela - 

Fonte: www.cruzeirodosul.inf.br/materia/503175/aos-90-anos-mecanico-aposentado-e-voluntario-e-faz-bordados

Crochê e Tricô decoram árvores em São Paulo


Boa tarde meninas e meninos!
Vejam que lindo trabalho que as artesãs estão fazendo nas árvores e outros locais da cidade. Amei!      

Árvores de São Paulo ganham 
"roupas" de tricô e crochê

BBC - 16 de setembro, 2013 - 15:16 (Brasília)
Grupos de amantes das artes manuais estão dando uma nova cara a árvores das ruas de São Paulo, cobrindo-as de pompons e detalhes de crochê e tricô. "É uma manifestação da minha relação com a cidade. Acho legal haver cor no meio dessa correria totalmente impessoal que são as cidades", diz à BBC Brasil a gaúcha Leticia Matos, autora de diversas das "roupas" das árvores, em bairros como Jardins, Pinheiros, Vila Madalena e Higienópolis (zona oeste paulistana). 

Há intervenções também feitas pelo Coletivo Feito à Mão, grupo que se reúne constantemente para aulas de tricô e para atividades coletivas. 

Leticia diz à BBC Brasil que começou a tricotar aos sete anos, ensinada pela mãe, em Porto Alegre. "O tricô e o crochê são extremamente manuais e caseiros. Ao colocá-lo na rua, acho que as pessoas lembram da mãe e da avó", opina. "E descobri que isso tem a ver com a minha própria permanencia em São Paulo, onde vivo há sete anos. É como se eu colocasse lembranças em vários pontos da cidade, de coisas que me remetem a algo familiar." 

A artesã - que já coloriu árvores em outras cidades do Brasil, como Rio, Porto Alegre e Goiânia - disse que já vem recebendo encomendas de pessoas e empresas interessadas em ter a decoração em diversos locais. 
Fonte: BBC-Brasil


Ponto Cruz: O Point Art de Gri Alves

O  Point Art de Gri Alves

Trabalho da artista paranaense Agrineldia Briel Alves ganha espaço no Vaticano, Casa Branca e Palácio do Planalto. As imagens de lugares e personalidades são bordadas em Ponto Cruz, sempre com cinco pontos por centímetro. 

Não existem desenhos por baixo de seus pontos, ela confecciona todas as suas telas baseada em fotografias, apenas olhando para as fotos e reproduzindo os traços e cores. Cada obra possui de quarenta a cinquenta cores de tonalidades diferentes. Uma miscelânea de efeitos, que retratam com perfeição todos os detalhes das imagens. 
A artista conta que tem uma agulha para cada cor de linha, para facilitar o seu trabalho. Quem olha as criações nega ser uma imagem bordada. “Normalmente as pessoas precisam tocar para ter certeza que se trata de um bordado”, brinca a artista.

Arte em Ponto Cruz

(15/06/2013 00:05 William Kayser) A paranaense Agrineldia Briel Alves, a Gri, sempre passou muito tempo fazendo tricô. Miss Umuarama em 1982, ela se rendeu aos encantos do bordado e do ponto cruz em 1984, quando se casou. Chegou a ensinar a arte das mãos para donas de casa de famílias carentes quando participou de um projeto religioso, há seis anos. Durante uma reportagem na televisão sobre Oscar Niemayer, teve uma luz – divina, segundo ela. Resolveu bordar imagens e fotos através do ponto cruz. A ideia tirou os trabalhos da própria casa e ganhou o Vaticano, a Casa Branca e o Palácio do Planalto.

“O primeiro trabalho que fiz foi da minha vizinha, a igrejinha da Pampulha [em Belo Horizonte, Minas Gerais]”, lembrou Gri Alves. Foram necessárias 53 cores de linhas para a primeira tela. A segunda produção também é inesquecível: foi o primeiro rosto, do arquiteto Oscar Niemayer. Desde então, Gri fez 51 obras – média de dois meses para cada uma ser concluída -, sempre usando cinco pontos por centímetro. “Ainda tenho uma feita pela metade. É a Oca do Ibirapuera. Levo com as linhas e agulhas para mostrar que não tem nenhum tipo de desenho por baixo.”

Igreja São Francisco de Assis - MG


A maior conquista, no entanto, partiu da ajuda de um amigo de Belo Horizonte, que tinha audiências semanais com o papa emérito Bento XVI. O homem levou ao Vaticano uma obra feita por Gri com o rosto de Joseph Ratzinger. O presente foi dado em mãos ao papa em 2010. “Nossa amigo disse que Vossa Santidade comparou o meu trabalho ao gobelet francês. Disse que era até melhor porque os franceses usam máquinas”, lembrou. Bento XVI levou a obra para exposições religiosas pelo mundo. “Ele disse que a tela era muito especial para ficar apenas trancada no Vaticano.” A partir da entrega ao Pontífice da Igreja Católica, a técnica ganhou o nome de Point Art.

As telas de Gri também chegaram a figuras políticas internacionais. Através de um contato dentro da Prefeitura de São Bernardo (SP), a artista desenvolveu telas com os rostos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e da presidente Dilma Rousseff (PT), ambas entregues por ela aos políticos. “Eles se apaixonaram pelo meu trabalho”, relembrou.

Durante a visita ao Palácio do Planalto, Gri conheceu Renato Mosca, Ministro Chefe do Cerimonial da Presidência da República. Mosca foi o responsável por realizar outro sonho da artista: ele deu a ideia de produzir uma imagem do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e da esposa dele, Michelle Obama. “A presidenta os encontraria em abril de 2012. Então retratei uma cena congelada do baile presidencial dos Estados Unidos. Não de uma foto”, contou. Em 9 de abril do ano passado, Dilma entregou o presente na Casa Branca. Obama enviou uma carta a Gri como forma de agradecimento pelo trabalho.

Recorde

Uma das obras de Gri está no RankBrasil, entidade que homologa recordes no país. A tela retrata a pianista Vera Schubert, de Umuarama, no Noroeste do Paraná. Vera é descendente do compositor austríaco Franz Peter Schubert. A tela tem 115 mil pontos e demorou 90 dias para ser concluída. “É a maior que fiz até agora. Tem 1,2 metro por 80 centímetros, mas o próprio diretor do ranking brasileiro já me desafiou a fazer uma maior.”

Exposição

O trabalho de Gri Alves, que já ficou exposto em Brasília, São Paulo, no Rio de Janeiro, na capital argentina Buenos Aires, em Teerã no irã (no Museu do Cartoon), no México, no estado norte americano da Flórida, e em vários outros locais. Dos 51 quadros que a artista já criou em seus 6 anos de trabalho artístico, a tela da pianista Vera Schubert – carinhosamente apelidado por Gri de Verinha – ficará permanentemente exposta no Memorial Vera Schubert em Umuarama.



Superação com ajuda dos Bordados e Crochês

Olá meninas e meninos!
Hoje trouxe este lindo exemplo de força de vontade e superação com ajuda dos Bordados e Crochês:  

A dona de casa Nilda Belchior, que perdeu completamente a visão há mais de 30 anos, aprendeu a fazer bordados e crochês para superar a morte da mãe. Incentivada pela irmã, Nilda resolveu participar da oficina. "Estava muito triste dentro de casa porque tinha perdido minha mãe. Para não ficar sozinha, eu fui com ela participar e gostei. A professora me ensinou e estou muito mais alegre depois ter vindo para cá", disse a dona de casa, que está no curso há quase dois anos. O começo foi complicado. Nilda pensou que não conseguiria acompanhar as outras colegas. Porém, ela rapidamente aprendeu a fazer o crochê em malha. O esforço impressiona a todos e rende belos tapetes.
Para a irmã de Nilda, Maria Helena Belchior, a dona de casa é um exemplo de superação a ser seguido. 

Fonte: G1


Conheça e Participe do Projeto Love Quilts Brasil

Conheça e Participe do Projeto Love Quilts Brasil

Olá meninas e meninos!
Recebi um email-convite da Claudia Larosa para conhecer o Projeto Love Quilts Brasil e também para compartilhar com vocês este lindo projeto.
Na verdade eu já conhecia e cheguei a divulgar no meu blog, mas já passou da hora de divulgar novamente para quem ainda não conhece e quer participar.
Leia abaixo o texto retirado do site do projeto:

Projeto Love Quilts Brasil - Acolchoados de Amor!


Confeccionamos acolchoados com blocos bordados em PONTO CRUZ e com blocos  em PATCHWORK, para crianças com graves problemas de saúde.
Aqui você pode encontrar todas as informações sobre o nosso projeto, como participar, as crianças cujos acolchoados já foram entregues e aquelas que estão na lista de entrega.


COMO POSSO AJUDAR?

Existem várias maneiras de ajudar o projeto.

Você poderá ajudar:

1 - se cadastrando como bordadeira voluntária, bordando para uma ou mais crianças que estejam com o acolchoado aberto para inscrições

2 - divulgando o projeto para suas amigas bordadeiras de ponto cruz e que fazem patchwork;

3 - doando material utilizado para a confecção dos acolchoados (manta acrílica, tecido de algodão tricoline - usamos 1,50m para a frente do acolchoado e 2,20m para o forro- linhas, etc);

4 - indicando novas crianças com seríssimos problemas de saúde para participarem do projeto;

5 - colaborando na confecção e montagem dos acolchoados!

Para tirar dúvidas entre em contato através do e-mail do projeto: contato@lovequiltsbrasil.org

Projeto Love Quilts Brasil - http://www.lovequiltsbrasil.org/

A História Pode Ser Contada Na Ponta da Agulha

 Foto: A História Pode Ser Contada Na Ponta da Agulha 

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A História Pode Ser Contada Na Ponta da Agulha 

É o que atesta duas obras recuperadas em São João Del-Rei (MG). São toalhas bordadas pelo marinheiro João Cândido, que liderou a Revolta da Chibata, quando diversos marinheiros se mobilizaram em 1910 contra os castigos corporais da Marinha brasileira. 
Os dois bordados chegaram à São João Del-Rei por intermédio de um cidadão local. Antônio Manuel de Sousa Guerra, membro do 51º Batalhão de Caçadores, foi convocado ao Rio de Janeiro para auxiliar no policiamento da cidade durante a Revolta da Chibata e acabou incorporado a um grupo encarregado da guarda dos marinheiros presos, encarcerados na Ilha das Cobras. Tendo acesso aos porões, ele iniciou uma amizade com João Cândido, que lhe ofereceu os bordados em troca do acesso aos jornais da época.
O historiador e professor da UFRJ, José Murilo de Carvalho revela como ficou espantado com a descoberta: "João Cândido tinha a imagem de um marinheiro machão, alto e forte. Sua figura não combinava em nada com o hábito de bordar, que era encarado como uma prática feminina". Embora toscos, os bordados não são obra de quem se aventura pela primeira vez. "Os navios a vapor já existiam, mas esses marinheiros passaram por treinamento em embarcações a vela, de forma que eles teriam muita familiaridade em trabalhar com cordas e todo tipo de nós. Não é estranho imaginar que essa habilidade tenha alguma relação com o costume de bordar".

(Fonte: http://www.ebc.com.br/cultura/)

Costurando a Vida

Que a alegria e o amor seja bem costurado por todos os dias de sua vida!
Milllllll beijinhos para vocês e boa semana.

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